Qué hacer frente a los retos climáticos, ambientales y sociales.

22 de Octubre 2022. Presencial y streaming.

Grabación de la jornada organizada por REVO en colaboración con WEAll Iberia Hub, sobre algunas iniciativas que se proponen entre diferentes colectivos y administraciones europeas para abordar los problemas climáticos, ambientales y sociales que ponen en peligro nuestra propia civilización.

Las presentaciones tienen un enfoque global, si bien las iniciativas que se exponen pueden ser replicadas en cualquier lugar.

PROGRAMA DE LA JORNADA:

00:00:00BienvenidaPresentación de WEAll Iberia hubNeus Casajuana
00:04:45Economía del Bienestar y nuevas economíasNeus Casajuana
00:46:50Gestionar el presupuesto de carbonoSusana Martín
02:03:20Propuestas de acción para escenarios de colapso en  una ciudad de tamaño medianoMariona Tatjer
02:28:32Aplicando los ODS en la ciudad de BarcelonaRamon Canal
03:01:10La Economia del Dónut en BarcelonaClaudio Cattaneo

Porquê uma Economia do Bem-Estar em Portugal?

Portugal é o 22º país, entre 31 países europeus, no que diz respeito ao cumprimento dos objetivos do desenvolvimento sustentável, ainda que, se toda a Humanidade consumisse recursos naturais como Portugal, desde o dia 7 de maio estaríamos todos a viver a crédito ambiental, com todas as implicações que daí resultariam em termos de pressão sobre o equilíbrio ambiental. 

Sabemos que não podemos fazer mais do mesmo e esperar resultados diferentes. 

Neste contexto, a ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, no final de 2021, organizou um conjunto de quatro workshops com a participação de 31 organizações/instituições de diferentes quadrantes da sociedade portuguesa, com o objetivo de refletir, em conjunto, sobre uma visão para Portugal em 2040 numa Economia do Bem-Estar. Deste trabalho de reflexão resultou o relatório tornado público no início do mês de julho e que pode ser consultado em português e em inglês.

A visão para Portugal

“Em 2040, queremos que Portugal seja um país no qual todos possam viver vidas saudáveis e realizadas, independentemente de quem sejam ou de onde vivam e onde as decisões são participadas, inclusivas e transparentes. Que as pessoas vivam dignamente, conectadas e em harmonia com a natureza, reconhecendo e respeitando as interdependências e os limites. Que haja um sentido de comunidade, prosperidade e coesão em todas as regiões e respeito entre todos (gerações presentes e futuras) no nosso território e além-fronteiras.”

Os eixos estratégicos de intervenção

  • Organização da sociedade
  • Educação e capacitação
  • Economia
  • Trabalho
  • Saúde
  • Energia, edifícios e mobilidade
  • Recursos naturais e território
  • Instrumentos financeiros